O comparecimento às urnas nas eleições deste ano servirá como prova de vida para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. Na prática, significa que aposentados e pensionistas que participarem das eleições nos dias 4 e, em caso de segundo turno, 25 de outubro, terão sua atualização cadastral automaticamente reconhecida pelo sistema do INSS, sem necessidade de realizar um procedimento específico para a prova de vida.
A medida faz parte do modelo adotado pelo governo para comprovação de vida por meio do cruzamento de bases de dados públicas e privadas. Antes dessa mudança, os segurados precisavam comparecer presencialmente aos bancos para comprovar que continuavam aptos a receber o benefício.
Além da votação, outras ações também são consideradas válidas como prova de vida. Entre elas estão o acesso ao aplicativo Meu INSS com selo ouro, a vacinação, a declaração do Imposto de Renda, atualizações no Cadastro Único, emissão ou renovação de documentos oficiais e atendimentos presenciais em órgãos públicos.
Segundo o governo, atualmente apenas beneficiários que apresentam pouca movimentação em serviços públicos ou meios digitais precisam realizar procedimentos adicionais para comprovar que estão vivos.
Nesses casos, a regularização pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente em uma agência da Previdência Social. Quando não há registro de movimentação suficiente, o segurado é notificado pelo INSS e tem prazo para atualizar sua situação cadastral.

O comparecimento às urnas nas eleições deste ano servirá como prova de vida para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. Na prática, significa que aposentados e pensionistas que participarem das eleições nos dias 4 e, em caso de segundo turno, 25 de outubro, terão sua atualização cadastral automaticamente reconhecida pelo sistema do INSS, sem necessidade de realizar um procedimento específico para a prova de vida.
A medida faz parte do modelo adotado pelo governo para comprovação de vida por meio do cruzamento de bases de dados públicas e privadas. Antes dessa mudança, os segurados precisavam comparecer presencialmente aos bancos para comprovar que continuavam aptos a receber o benefício.
Além da votação, outras ações também são consideradas válidas como prova de vida. Entre elas estão o acesso ao aplicativo Meu INSS com selo ouro, a vacinação, a declaração do Imposto de Renda, atualizações no Cadastro Único, emissão ou renovação de documentos oficiais e atendimentos presenciais em órgãos públicos.
Segundo o governo, atualmente apenas beneficiários que apresentam pouca movimentação em serviços públicos ou meios digitais precisam realizar procedimentos adicionais para comprovar que estão vivos.
Nesses casos, a regularização pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente em uma agência da Previdência Social. Quando não há registro de movimentação suficiente, o segurado é notificado pelo INSS e tem prazo para atualizar sua situação cadastral.
